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Drone pulverizador agrícola em 2026: regras da ANAC, MAPA e Anvisa

Equipe Agrícola Oferta 08 de junho de 2026 8 min de leitura Brasil
Drone pulverizador agrícola em 2026: regras da ANAC, MAPA e Anvisa

Drones pulverizadores deixaram de ser novidade e viraram ferramenta padrão em soja, café e cana. Antes de comprar, entenda o tripé regulatório.

ANAC: o drone em si

Cadastro SISANT, projeto de operação e, para modelos acima de 25 kg, autorização específica. Operadores precisam de licença ANAC categoria adequada.

MAPA: a aplicação aérea

Empresas que prestam serviço de aplicação aérea precisam de cadastro e responsável técnico (engenheiro agrônomo). Aplicação na própria fazenda exige receituário agronômico.

Anvisa: o produto aplicado

Defensivo deve ter registro e bula compatível com aplicação aérea (deriva, vazão, altura).

Modelos populares

DJI Agras T40 e T50 dominam o mercado brasileiro; XAG P100 cresce em frutíferas. Vazão de 8 a 16 L/min e autonomia para 8 a 12 ha/hora dependendo do produto.

Custo e ROI

Investimento entre R$ 180 mil e R$ 350 mil com baterias e gerador. Em soja, paga em 2.000–3.000 ha aplicados/ano contra serviço terceirizado.

Cuidados práticos

Calibre bicos a cada lote, monitore vento (<10 km/h), respeite faixas de não aplicação próximo a APP e cursos d'água.

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